13.03.2020

GnRH aumenta quantidade de vaca prenhe no programa IATF

GnRH aumenta quantidade de vaca prenhe no programa IATF

O protocolo de IATF é uma das técnicas de reprodução mais estudadas nos últimos anos.

No Brasil, estima-se que 95% das inseminações vêm atrelado a um protocolo de IATF. Esta expressiva utilização é decorrente da capacidade desta técnica em melhorar a eficiência reprodutiva do rebanho, principalmente de vacas paridas com bezerro ao pé. Além disso, outro grande benefício do uso do programa IATF é o melhoramento genético expandido pelo uso massivo da inseminação em larga escala em fazendas de cria.

Com todos esses benefícios que o protocolo traz para o sistema de produção de cria, diversos pesquisadores vêm estudando formas para aumentar a porcentagem de vacas que se tornem gestantes quando são submetidas à IATF. Para avaliar o efeito do GnRH no momento da IATF agrupou-se um total de nove trabalhos que utilizaram fêmeas zebuínas mantidas a pasto, que avaliou a ocorrência de cio entre a retirada do dispositivo de P4 e a IATF e realizou o tratamento com GnRH em vacas com ou sem cio.

Dentro dos trabalhos agrupados, também foi avaliado o efeito do tratamento com GnRH e manifestação de cio de acordo com a duração em dias de implante no protocolo, 7 dias com implante (Figura 2), 8 dias com implante (Figura 3) e 9 dias com implante (Figura 4).

O tratamento com GnRH no momento da IATF pode ser considerada como ferramenta estratégica para incremento nas taxas de prenhes à IATF, especialmente nas vacas que não manifestaram cio entre a retirada do dispositivo e a inseminação. Esse efeito positivo aparentemente é independente da duração do protocolo.

Também é válido lembrar que se trata de um ajuste fino, uma estratégia para melhorar ainda mais os resultados de IATF que já são considerados bons. Alguns fatores limitantes também prejudicam e afetam a reprodução, nesse caso não vale apenas substituir todos os cuidados por uma dose de GnRH no momento da IATF. Vale ressaltar que fica a critério do médico veterinário avaliar as condições do rebanho e tomar a decisão sobre o uso ou não dessa ferramenta.

Sobre a Alta Genetics

A Alta Genetics é líder no mercado de melhoramento genético bovino do mundo. Com matriz localizada em Calgary, no Canadá, atua em mais de 90 países com nove centrais de coleta: Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Holanda e China. Com 20 anos de história no Brasil, a empresa está sediada na cidade de Uberaba/MG, e tem como missão orientar pecuaristas sobre a melhor maneira de usar a genética aliada ao manejo, nutrição, ambiente, gestão e todos os processos para garantir um animal com todo o seu potencial genético. O compromisso da Alta é criar valor, entregar o melhor resultado e construir confiança com seus clientes e parceiros, em busca do desenvolvimento da pecuária. Mais informações no website: http://www.altagenetics.com.br

 

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