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março 10, 2026Toda data comemorativa coloca as marcas diante de uma escolha: publicar algo genérico por obrigação ou construir uma comunicação que realmente diga algo. Para o Dia Internacional da Mulher, a Alfapress escolheu o segundo caminho — e o resultado foi além das redes sociais.
A ação desenvolvida para a Rodoviária de Campinas combinou conteúdo de assessoria de imprensa e Instagram em torno de uma narrativa simples e verdadeira: as mulheres não são apenas passageiras do terminal, elas são quem o mantém funcionando.
O dado que virou pauta
Mulheres são 68% dos trabalhadores que garantem o funcionamento 24 horas da Rodoviária de Campinas. Esse número, por si só, já carrega uma história relevante. Mas o que deu vida à pauta foram as pessoas por trás dele.
Daniela é motorista de ônibus – uma das três mulheres entre 150 motoristas na linha que cobre o trecho entre Espírito Santo do Pinhal e São Paulo. São quatro horas de trajeto, 46 passageiros sob sua responsabilidade e uma trajetória marcada por ter que provar, repetidamente, que estava à altura do cargo. “No início, quando eu comecei, uns ou outros sempre falavam: nossa, motorista mulher. Agora o pessoal já acostumou, vai pegando amizade, vai pegando vínculos”, conta.
Cícera é supervisora de operações: a única mulher entre os encarregados do setor. Percorre os corredores, monitora câmeras e garante que tudo funcione como deve. E torce para que mais mulheres ocupem posições de liderança: “Antigamente tinha muito preconceito. Hoje a gente vê que nós, mulheres, estamos tomando a frente de tudo.”
Essas histórias chegaram à Band TV, que produziu uma reportagem sobre o avanço da presença feminina em funções que historicamente pertenciam aos homens — e a Rodoviária de Campinas foi o cenário central da matéria.
A ação nas redes: lugar de mulher é onde ela quiser
No Instagram, a comunicação seguiu uma lógica complementar à da imprensa: enquanto a reportagem focava no dia a dia das trabalhadoras, o conteúdo digital celebrava também o lado mulher e as opiniões das colaboradoras e de todas as mulheres que passam pelo Terminal Ramos de Azevedo com seus sonhos na bagagem.
O vídeo publicado no perfil da Rodoviária de Campinas capturou esse espírito – de que lugar de mulher é onde ela quiser: inclusive descobrindo o mundo! O conteúdo reforçou o posicionamento da marca como ponto de partida para trajetórias femininas, sem forçar um tom institucional que soasse vazio.
A mensagem central, “lugar de mulher é onde ela quiser”, funcionou tanto para homenagear as passageiras quanto para contextualizar a realidade das colaboradoras retratadas na TV.
Por que essa ação funcionou
O sucesso de uma comunicação de data comemorativa raramente está na criatividade isolada. Está na capacidade de ancorar a mensagem em algo real: um dado concreto, uma história verdadeira, um contexto que o público reconhece como autêntico.
No caso da Rodoviária de Campinas, a combinação de três elementos foi o que tornou a ação eficaz: um número expressivo e verificável (68% do quadro são mulheres), personagens reais com histórias que o público se identifica e uma estratégia que distribuiu essa narrativa em canais complementares. As redes sociais para alcance e engajamento imediato, a imprensa para credibilidade e longevidade.
Esse é o modelo que a Alfapress chama de comunicação integrada na prática: não basta ter uma boa história. É preciso saber contá-la nos lugares certos, no momento certo, para as pessoas certas.
Datas comemorativas como oportunidade estratégica
Para muitas marcas, datas como o Dia da Mulher ainda são tratadas como obrigação de calendário, mais um post para não ficar de fora. Mas quando há substância por trás da comunicação, essas datas se tornam oportunidades reais de construção de reputação.
A Rodoviária de Campinas tinha essa substância: uma força de trabalho majoritariamente feminina, histórias humanas ricas e um posicionamento institucional que se alinhava naturalmente ao tema. O papel da Alfapress foi identificar esse potencial, estruturar a narrativa e garantir que ela chegasse tanto ao feed do Instagram quanto ao jornal da Band.
O resultado foi uma ação que celebrou genuinamente — e foi celebrada de volta, pela mídia e pelo público.



